segunda-feira, 20 de outubro de 2008

O carnaval de um dia só - Parte I

Galera desocupada que lê o blog! Aqui está esse marmota pronto pra mais uma postagem insana!
Respondendo aos comentários sobre o meu pequeno problema com o tato: Juro que foi sem querer, pessoal! Elas estavam quase coladas em cima daquela biz! De olhos fechados eu não tinha como saber, afinal nunca tinha passado a mão em nenhuma delas pra saber a diferença, né... então sou inocente até que se prove o contrário (acho que vou arranjar um jeito de vetar a presença de advogados e estudantes de direito no blog! Hehehe! Brincadeira!)!
Obrigado ao Williamylton pelos elogios à linguagem!
O Samuel e a Emeline acham que a Júlia não se incomodou tanto assim. Bem, eu não sei, ela deveria ter falado sobre isso quando comentou na postagem, não é?
Quanto ao Jonas e ao Apolikartt, não se preocupem, eu já estou pensando numa forma bem interessante de contar as histórias que não são minhas. Vocês verão (só não sei quando).
Agradecimentos especiais pra Júlia que não teve medo e soltou o verbo sobre o fato do qual ela jura não lembrar, mas estranhamente alega não ter usado um short curtíssimo! Esquisito, né? HAUhaUHAuhaUAuha! Brincadeira, moça (mas que era curto, era!)! E finalizando... se eu fosse você, deixaria de falar denovo com o cara que te disse isso, Luciano. Ele é má influência.
Muito bem... já me prolonguei demais, agora é hora da ação!

Senhoras e senhores! Tenho o prazer de lhes apresentar aquela que será uma das séries mais aclamadas do blog, uma das mais loucas aventuras, a odisséia mais hilária do interior: o carnaval de um dia só!
Tudo começou pouco antes do carnaval desse ano, com uma idéia maluca que tivemos (eu, o Geraldo, o Elézio e os irmãos Lindolfo e Astolfo.). O plano era passar os quatro dias de carnaval rodando entre os interiores próximos (Iracema, Alto Santo, São João, Morada Nova, Russas, Aracati, Limoeiro do Norte e por aí vai).
Não deu certo e eu fiquei muito puto! Pra acalmar os ânimos resolvemos pelo menos ir, no primeiro dia de carnaval, a Iracema, cidadezinha que fica a 96km de Tabuleiro do Norte, onde estávamos. Fizemos os contatos necessários com a Lívia, uma amiga nossa de lá, que nos ofereceu hospedagem.
O carro dos irmãos tinha acabado de sair do conserto: mais de 500 contos!!! Mas enfim, estava ali prontinho pra fuleiragem! Antes da viagem, que estava marcada para as 2:00h da tarde, fomos abastecer... compramos 2 litros de cachaça, 2 de refrigerante e outras coisas menos importantes. Como a gente queria aproveitar, decidimos que isso seria o consumido no dia inteiro, pra não ter maiores complicações (traduzindo: pra não ficar doido demais!). Decoramos o capô (isso está escrito certo mesmo?) do carro com o mascote da viagem: Jeguar!

Jeguar, o mascote do nosso Carnaval 2008!

"Tudo pronto! Iracema, aí vamos nós!"
Seguimos viagem rumo à terra prometida. Só que pouco antes da metade do caminho às 2:30 da tarde, o Astolfo, que estava dirigindo, percebeu bem a tempo que o motor estava super aquecido (o mesmo problema de antes, que custou 500 reais - eu disse 500 reais - pra consertar!!!). Tivemos que parar no meio do nada. As únicas coisas que haviam no lugar: sol de rachar o "quengo", sombra (um palmo de extensão, era a do carro), uma placa que parecia sinalizar "proibido o tráfego de um veículo só que esteja sem as rodas" bem na nossa frente, um terreno cercado ao nosso lado e, distante, um resquício de civilização (provavelmente o sítio do dono das terras cercadas).

Ainda bem que essa não caiu na prova de legislação. Não vi no curso.

Já que ninguém parava pra nos ajudar, o único jeito era esperar o carro esfriar (naquele sol todo) e depois seguir viagem novamente. Como estava muito quente e não tínhamos mais o que fazer, ficamos sentados na beira do asfalto, lutando pra aproveitar a sombra que o carro fazia, bebendo cachaça e sem camisa (pense em 5 coisas lindas! Assim não tinha quem parasse pra nos ajudar mesmo!!!).
Certa hora, tive que entrar no carro pra pegar a bebida, que estava no banco de trás. Ela estava do outro lado do carro, e como eu não estava disposto a fazer muito esforço, entrei pelo meu lado mesmo e me inclinei pra alcançar a cachaça, deixando só metade da perna pra fora do carro. É, eu achei que não ia ter nenhum problema, mas algum dos retardados (acho que foi o Geraldo, por que ele é mais retardado do que os outros.) não viu minha perna e fechou a porta com toda força bem em cima do meu joelho! Caralho!!! Nem queiram saber o tamanho da dor!
Mesmo sem camisa e com a "enorme" sombra do carro, não tinha jeito: o calor era delirante! Foi aí que olhei pra dentro do terreno cercado e vi um pequeno açude! Ficamos em dúvida de entrar ou não no terreno, pois naquelas áreas (imediações de Alto Santo) há muitos pistoleiros, o dono do terreno poderia aparecer e ninguém queria arriscar levar um tiro (ou mais, né? Quem sabe?).
No fim das contas, o calor foi mais forte e lá fomos nós pular a droga da cerca (e eu com esse joelho fodido... fo-di-do!!!). As furadas e arranhões começaram na cerca e depois nas plantas cheias de espinhos pelas quais tivemos que passar pra chegar no...
- Mas que merda é essa?! Aqui não tem água, é só lama! - Exclamamos todos (com palavras diferentes, claro.).
Depois de tanto esforço, de tantos espinhos e tanta desgraça, decidimos que valia a pena tirar uma foto no local, pra ficar de recordação (muito boa, por sinal.). Bem... está aí a maldita foto. ¬¬

No meio do caminho, onde pensávamos ter um açude. É, eu sei, ele frescou com minha cara. ¬¬

Depois desse papel ridículo que eu passei sem saber, voltamos pro carro (tome mais espinhos e mais cansaço!). Quando chegamos lá, havia um senhor numa bicicleta, só observando o que diabos aqueles 5 vagabundos, bebedores de cachaça e desprovidos de camisetas estavam fazendo no terreno do seu patrão. O Elézio, que é filho de um cara até conhecido de Alto Santo, se engajou na conversa e conseguiu salvar a gente dizendo de quem era filho.
Foi por pouco!!!
Bem... o senhor foi embora depois de muita conversa (amistosa, ainda bem). Depois de mais algumas horas (acho que já eram 5:00 da tarde) o motor do carro finalmente esfriou e pudemos seguir viagem!

Bem, pessoal... vocês já devem estar querendo me esfolar vivo devido ao tamanho a que essa postagem chegou, mas o que posso eu fazer a não ser encerrar por aqui, não é? Relaxem, vem muito, muuuito mais por aí.

- To be continued -

6 comentários:

Unknown disse...

e ai saculão, como sempre eu metendo o dedo, no bom sentido é claro, hehehehehe, ei dessa ai eu num sabia não, + aqueles corpos descumunais eu conheço bem, hehehehehehe, malhados e bem preparados p a gueerraaaa, hehehehehe, ta massa, continua ai seu maluco, hhehehehe, abraço!!!!

Anônimo disse...

Cara, teu blog tah massa, mas eu jah te avisei : para de colocar essas fotos suspeitas, tah pegando mal!
o que será q o cheiroso vai dizer?? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
cuidado quando andar pelos corredores da faculdade viu??? hauhauhauhauha
vlw garoto

Natália disse...

caralho, bendito carnaval, mas foi massa neh?
fiko a imaginar só o cheiro daquele monte de coia na tua cara...
srrsrs
bjinhos e estou adorando as postagens.ruhhhhh!!!

Anônimo disse...

O Astolfo é um gato!!! Mesmo estando com o rosto embaçado, vê-se logo que ele é lindo - mais que o Lindolfo. Um beijo na boca do Astolfo!

Anônimo disse...

kkkkkkkkkkkkk.. eu AMEI, ficouu mto booa, engraçada d++. ;DD
e esse comentário de samuel aí, ficou ótimoO! oaisosaiosaia...
& essa lívia aí, mto gentil ela em ajudar 5 vagabundos, bebedores de cachaça e desprovidos de camisetas...
kkkkkkkk. ;@@

Unknown disse...

ai meu deus, o q falta do q fazer num faz com essas criaturas?!?!?!
e olha que o carnaval em tabu num tava ruim não =P

Mais ei Salompa, ta massa assim, postagem com fotos, dá um bom incentivo a leitura ^^

Bjim