Vamos, vamos, vamos! Agora é jogo rápido, vocês já passaram tempo demais sem postagens!
Atraso nas postagens
- André Faheina: Temo que a próxima série será maior que o carnaval (e mais engraçada ainda, por incrível que pareça!), mas não se preocupe, vou dividir em suaves postagens (serão muitas partes).
- Apolikartt: Querido leitor, isso não foi uma greve (até queria ser pago pra manter esse blog, mas...), foi uma necessidade de ordem maior chamada "faculdade". E torno a repetir - Não vou inventar nada! Só falo o que realmente acontece! - Nem adianta insistir!
- Emeline: Tudo bem, tem um monte de gente que não lê o blog ainda. Hehehe!
- Patrícia: Mas eu não achei que ela ia cair, falei por que foi a única coisa que apareceu na cabeça!
- Paixas: Cara, você é mestre em me difamar! Mas eu ainda vou vencer, você vai ver!
- Samuel: Tirei a foto no show que eles fizeram aqui em Fortaleza (é só olhar a data da postagem pra confirmar a mentira!). Dona Edith deveria agradecer o Elézio, pois foi por uma raiva que ele me fez que o carnaval não durou mais!
- Brinell: Alpinismo só em montes conhecidos (minha casa). Caso contrário é cana antes (cachaça) e depois (cadeia).
- Williamylton: Claro (que não!).
Estou finalmente de férias e pra homenagear essa época sagrada vou contar um "causo" que me ocorreu justamente no início das férias de julho do ano passado. O título, além de se referir ao meu retorno para o blog, faz alusão às viagens de volta à minha terra natal. Mãos à obra!
Belo dia! O primeiro das minhas tão esperadas férias de julho. De malas prontas (mochilas, na verdade) eu ligo pro meu primo pra saber se resta alguma vaga no micro-ônibus dele (por que de graça é mais gostoso! Hehehe!).
- Ei, Leopoldo, tem como eu ir contigo pra Tabuleiro hoje? -
- Tem sim, cara! - Responde ele.
- Beleza! Que horas você passa aqui? -
- Cara, umas 12 e pouco eu tô passando. -
- Tá certo, então! Falou! - Desligo o telefone.
Passei o tempo no orkut, no photoshop, jogando alguma coisa, almocei cedo e quando olhei pro relógio, eram 11:45 da manhã. Era cedo ainda, dava tempo de tomar um banho e tirar a barba pra chegar bonitão lá.
Peguei minha toalha e entrei no banheiro. O banho foi rápido, terminei 12:02 (até olhei no relógio). Quando peguei no barbeador, meu celular começou a tocar. Atendo e o Leopoldo fala:
- Pode descer, cara! Já tô aqui embaixo! -
"Caaarááái"!!! Se eu tiver passado o barbeador na cara mais de 6 vezes foi muito! Me cortei todo!
Correndo doido e nú de um lado pro outro, tive a idéia de aparecer só com a cabeça na varanda. Me vendo, ele seguraria a pressa um pouco mais. Corri pra varanda (de toalha, claro!), e quando pus a cabeça pra fora, vi que o maluco colocou o carro depois do portão de entrada, de onde não dava pra ver a varanda.
Tive que pensar rápido e, como a maioria já deve ter percebido, não sou nada bom com idéias sob pressão.
- Caramba, meu irmão! Ele não vai esperar eu me vestir! Vou perder! Vai ser o jeito descer pra falar com ele! -
Desci as escadas correndo, só de toalha e com a cara toda suja de sangue (no nervosismo o coração dispara e o sangue voa pelos cortes!). No meio do caminho encontro com o Creudo (um dos moradores aqui do prédio) e duas das "old cats" que ele pega. Passo por eles como um raio, mas ainda consigo ouvir a piadinha (tive sorte, o Creudo é policial militar e podia ter me prendido por atentado ao pudor):
- Ei, cara! Cuidado pras mulheres não te agarrarem no meio da rua! -
Como estava muito apressado, nem liguei na hora! Cheguei lá fora e fui falar com o Leopoldo. Preciso descrever a cara com que o povo que ia com ele no micro-ônibus estava olhando pra mim? Acho que não, "né"? No mínimo deviam estar pensando:
- Quem é esse?! Hannibal Lecter versão nudez?! -
- Ei, Leopoldo, tem como eu ir contigo pra Tabuleiro hoje? -
- Tem sim, cara! - Responde ele.
- Beleza! Que horas você passa aqui? -
- Cara, umas 12 e pouco eu tô passando. -
- Tá certo, então! Falou! - Desligo o telefone.
Passei o tempo no orkut, no photoshop, jogando alguma coisa, almocei cedo e quando olhei pro relógio, eram 11:45 da manhã. Era cedo ainda, dava tempo de tomar um banho e tirar a barba pra chegar bonitão lá.
Peguei minha toalha e entrei no banheiro. O banho foi rápido, terminei 12:02 (até olhei no relógio). Quando peguei no barbeador, meu celular começou a tocar. Atendo e o Leopoldo fala:
- Pode descer, cara! Já tô aqui embaixo! -
"Caaarááái"!!! Se eu tiver passado o barbeador na cara mais de 6 vezes foi muito! Me cortei todo!
Correndo doido e nú de um lado pro outro, tive a idéia de aparecer só com a cabeça na varanda. Me vendo, ele seguraria a pressa um pouco mais. Corri pra varanda (de toalha, claro!), e quando pus a cabeça pra fora, vi que o maluco colocou o carro depois do portão de entrada, de onde não dava pra ver a varanda.
Tive que pensar rápido e, como a maioria já deve ter percebido, não sou nada bom com idéias sob pressão.
- Caramba, meu irmão! Ele não vai esperar eu me vestir! Vou perder! Vai ser o jeito descer pra falar com ele! -
Desci as escadas correndo, só de toalha e com a cara toda suja de sangue (no nervosismo o coração dispara e o sangue voa pelos cortes!). No meio do caminho encontro com o Creudo (um dos moradores aqui do prédio) e duas das "old cats" que ele pega. Passo por eles como um raio, mas ainda consigo ouvir a piadinha (tive sorte, o Creudo é policial militar e podia ter me prendido por atentado ao pudor):
- Ei, cara! Cuidado pras mulheres não te agarrarem no meio da rua! -
Como estava muito apressado, nem liguei na hora! Cheguei lá fora e fui falar com o Leopoldo. Preciso descrever a cara com que o povo que ia com ele no micro-ônibus estava olhando pra mim? Acho que não, "né"? No mínimo deviam estar pensando:
- Quem é esse?! Hannibal Lecter versão nudez?! -
É como beber. Depois que você faz a merda, promete nunca mais fazer, mas sempre faz denovo. Nunca aprende.- Cara, pra mim 12 e pouco é 12 :10, 12:20, não 12:02!!! -
- FIM -


Um comentário:
Ninguém quis comentar!! Legal a história, mas quando é que vai ter outra série com 5 postagens? HEHEHEHEHE
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