Mais uma! E respondendo ao (único) comentário:
- Brinell: Em breve vou criar uma mega série com bem mais que 5 postagens, mas por enquanto vamos ver o que aparece na minha cabeça.

Em homenagem a essa virada de ano (que já não é mais tão recente assim), temos uma postagem de reveillon!
Final de 2005 (ou foi 2006? Droga! Nunca consigo lembrar dos reveillons!). O Zezão, um grande amigo, passava por muitos problemas com a namorada, Mariquinha, que morava em Limoeiro, e eu o aconselhava algumas vezes (ou pelo menos o ouvia, já que não sou um expert em relacionamentos), mas nunca tinha visto a moça.
Com a virada próxima e sem nenhuma idéia de onde comemorar a data, comecei a ficar um pouco ansioso e inquieto. Zezão, percebendo minha mudança, perguntou por que eu estava daquele jeito. Expliquei a situação e ele gentilmente me convidou pra passar o reveillon com ele na casa de sua namorada (agora sem problemas). Achei muito estranho, pois não conhecia ninguém da família dela, mas me vendo em um beco sem saída, aceitei sem muita resistência.
Chegou o dia. Zezão já estava lá quando cheguei com o Teobaldo, amigo da família e também meu amigo. Era um churrasco noturno, com muita bebida e gente desconhecida. O combinado era que eu e Teobaldo só voltaríamos depois do almoço do dia seguinte, pois o Seu Baltazar, pai da Mariquinha, iria cozinhar (e acreditem, perder isso seria um pecado mortal!), mas não aconteceu bem assim...
Assim que cheguei, fui apresentado a todos já citados acima, além da Dona Genovalda e da Maricota, mãe e irmã da Mariquinha respectivamente. A uma mesa separada dos demais, sentamos eu, Zezão, Mariquinha e Maricota. A comida era servida regularmente e para beber, optamos pela vodka com refrigerante de limão. Doses foram, doses vieram e as do Zezão sempre menores e mais fracas que as minhas. Segundo a Mariquinha, enquanto eu enchia o copo três vezes, o Zezão enchia uma. E o resultado, não podia ser outro...
Não sentia diferença alguma no meu estado, até me levantar pra "dar um mijão" como nós, homens, costumamos dizer. Assim que levantei, todo mundo percebeu que eu tava meio "João bobo" ao mesmo tempo que ouviram minhas palavras:
- Cara, eu não tô legal não, ó! -
A partir daqui, vou ressaltar uma coisa: muito do que vou contar agora foi o que me disseram, e não o que eu me lembro.
Mariquinha e Dona Genovalda me levaram até o banheiro, onde fiz uma tremenda burrice vomitando na pia. Depois de feito o desastre, pedi pra ficar deitado no sofá da sala (bem próximo do banheiro), alegando que assim melhoraria logo. Do sofá pro banheiro, do banheiro pro sofá. Na quinta ou sexta volta desse ciclo, indo ao banheiro, dei de cara com a porta do mesmo trancada. Bati e ninguém respondeu (ou pelo menos eu não ouvi). Fiquei em pé esperando na frente da porta. Com muito sono e salivando muito, tranquei a boca pra não ficar babando e acabei dormindo (isso mesmo, dormi em pé). Dona Genovalda, muito preocupada comigo, foi ver como eu estava lá na sala e deu de cara com a cena: eu estava de pé, dormindo totalmente apoiado na porta só com a minha testa e com a boca cheia de saliva (diz ela que eu estava com as bochechas cheias). Iniciou-se um breve "diálogo":
- Você tá bem, Salomão? -
* Aceno com a cabeça indicando que não *
- Tem alguém no banheiro? -
* Aceno com a cabeça indicando que sim *
- Então vem que eu te levo pro banheiro lá de cima. -
A segui e como sou um bêbado muito teimoso, subi as escadas e entrei no banheiro sozinho. Chegando lá, tranquei a porta (com aquelas chaves embutidas que ficam por dentro do banheiro) e fiz a mesma porcaria que fiz na pia do banheiro lá de baixo. Lembro que fiquei muito assustado por que a pia ficou entupida com tanto vômito e comecei a fazer de tudo pra que aquilo descesse logo.
O fato é que eu comecei a demorar muito e logo todo mundo começou a sentir minha falta. Procuraram em todo lugar e, sem muita dificuldade, descobriram onde eu estava. Chamaram, chamaram e eu não respondi.
- Mas e a porta? Ele trancou por dentro. Como é que a gente abre? - Alguém falou.
- Tem umas chaves de reserva pra essa porta! Eu vou procurar! - Outro alguém exclamou.
Acharam as chaves, destrancaram a porta e tentaram abrir, mas ainda assim alguma coisa não deixava a porta abrir. Depois de uma forcinha maior e algumas tentativas extra, conseguiram abrir e descobriram o que era a trava da porta. Era eu. Dormi sentado no chão do banheiro (provavelmente de cansaço pelo tremendo esforço de limpar a imundice que fiz), encostado na porta (que abria pra dentro). Me ajudaram a descer as escadas e me puseram pra dormir (tarefa fácil, claro!).
Com muita dificudade, abri os olhos pra receber o "murro matinal" que o Sol sempre dá naqueles que estão de ressaca e comecei a me perguntar onde diabos eu estava. Olhei pros lados, pra cima, pra baixo, pra trás... tudo era rosa. Demorei pra entender, mas percebi que tinha dormido no quarto da Maricota. Tremi só de imaginar o que o Seu Baltazar ia fazer comigo quando eu acordasse.
Levantei, vesti minhas roupas que estavam perto e abri um pouco a porta pra sondar o ambiente. Vi o Teobaldo dormindo na sala. Saí do quarto pra acordá-lo e assim que ponho os pés pra fora, Dona Genovalda entra na sala vindo da cozinha com um sorriso no rosto e uma arma de gerar vergonha na língua:
- Ah! Hoje ele tá mais coradinho! Você tá bem, meu filho? -
Respondi sem jeito e acordei logo o Teobaldo pra fugir daquela vergonha. Nem deixei ele comer nada!
- FIM -
P.S. 1: Postar de lan house é horrível!
P.S. 2: Depois disso tudo virei amigo da família da Mariquinha e quero agradecer por tudo que fizeram por mim até hoje (vocês sabem que são vocês).
Levantei, vesti minhas roupas que estavam perto e abri um pouco a porta pra sondar o ambiente. Vi o Teobaldo dormindo na sala. Saí do quarto pra acordá-lo e assim que ponho os pés pra fora, Dona Genovalda entra na sala vindo da cozinha com um sorriso no rosto e uma arma de gerar vergonha na língua:
- Ah! Hoje ele tá mais coradinho! Você tá bem, meu filho? -
Respondi sem jeito e acordei logo o Teobaldo pra fugir daquela vergonha. Nem deixei ele comer nada!
- FIM -
P.S. 1: Postar de lan house é horrível!
P.S. 2: Depois disso tudo virei amigo da família da Mariquinha e quero agradecer por tudo que fizeram por mim até hoje (vocês sabem que são vocês).


4 comentários:
Adorei os nomes fictícios! kkkkk
*vodka + refrigerante de limão = R$40,00(n deve custar mto embebedar vc)
*pagamento do encanador = R$200,00
dormir no sofá da sala = R$1.000,00 para cada pessoa q teve o desprazer d ver a cena
*dormir EM PÉ e com a boca cheia de "cuspe" = R$R$150.000,00 para cada pesquisador q ousar estudar esse caso de, digamos... neurociência
*chave reserva = R$10,00 p chaveiro e mais R$200.000,00 pro insano q saiu da festa p procurar a bendita chave
*chamar o pessoal da casa de: Baltazar, Genoveva, Mariquinha, Maricota = R$400.000,00 por danos morais
*dormir no quarto, putz!, na cama da filha do dono da casa = R$R$500.000,00 para as sessoes de terapia p q esta possa se curar de tamanha loucura e depois superar o trauma
*dormir no chao do banheiro da casa alheia = R$1.000.000,00 (MEU DEEEUS!!! Chamem todos os advogados e façam c q este indivíduo receba prisao perpétua - qm sabe, enjaulado num banheiro hehheheheh)
*depois d tud isso, saber q essa familia ainda gosta d vc = definitivamente, n tem preço!!!
"eh por essas e outras q esse menino me mata de orgulho"
afff
ahahhahahahhahahhahhaha
eii o quarto da maricota era rosa?! nooooooooooooooooooosssssssssssssaaaaaaaaaaaaa huahuahuah esses nomes são o q ha!!
Legal esses nomes hehehehe!!! Botar buneco na casa alheia é foda!!!
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