Mais uma, molecada! Hehehe! A postagem dessa semana demorou, mas não atrasou (eu disse que ia ser uma por semana, e não uma a cada sete dias)! Mais uma vez agradeço de coração os elogios e vamos às respostas dos comentários feitos nas postagens anteriores:
- Jonas: O quê que tem o Geraldo? õ.Ô
- Samuel: Boa essa dos espelhos e das tapiocagens! Realmente a goma disfarçou a brancura do Geraldo, dando aquele tom mais corado à pele.
- Natália: O Geraldo é capaz de coisas piores do que você pode imaginar. Não chamei ele de "animal perigoso" à toa.
- Patrícia: Se tu acha isso sem condições, espera só pela postagem que vem!
- Raiza: Eu ainda era o mais consciente, ora! 0=)
- Williamylton: Valeu pelos versos em minha homenagem! Hehehe! Ah, cara! Parabéns! P.S.: É, eu vi no orkut.
- Emanuel Lucas: Todo mundo gente boa, cara! Não tem por que ter medo (a menos que a gente esteja bêbado).
- Daniel Freire: Obrigado pelo elogio, mas aceita uma dica? Da próxima vez coloca o acento no "ai", por que senão eu vou pensar que é uma fala típica de mulheres - Ai, fulana! - Hehehe!
- Mamá: Muito obrigado, querida colega de começo de cadeira e de faculdade! Eu realmente achava um álbum no orkut um espaço que tornaria a história muito incompleta. Estava certo, não é? Por isso tento contar qualquer história com a maior riqueza de detalhes possível.
- Emeline: Bem... sorvete com cachaça não é ruim não, viu! Sobre as velhas secas, te garando - É uma sensação horrível! - O Geraldo? A "muié"? É, eu também pensei assim, mas lê essa postagem pra tu ver. Sobre as fotos, eu adicionei também pensando na estética da coisa (só tem foto linda, não é?).
- Natanael: Tem mais, tem mais! Hehehe!
...Seguimos em direção à igreja eu e o Elézio. Pelo menos assim pensei eu até olhar pra trás e ver que o espertalhão tinha me deixado ir sozinho. Por sorte olhei antes de passar pela porta da frente!
- Diabo é isso, má?! - Disse eu abrindo os braços.
- Não, não... eu tava brincando, mas agora é sério! Vamo entrar por aquele portãozinho que tem de lado e ficar no corredor do lado de fora da igreja. Aí a gente olha pela janela e vê se o louco tá lá dentro. - Respondeu ele rindo.
É incrível, mas todas as igrejas evangélicas do interior têm do lado esse portãozinho com o corredor! Mas prosseguindo...
Fui até o portão, que estava aberto, entrei, fui passando e olhando pelas janelas. Nada do Geraldo. Quando estava mais ou menos no meio do caminho até o fim do corredor, senti falta de um barulho: o barulho de passos atrás de mim. Olhei pra trás e vi o Elézio no começo do corredor, ainda do lado de fora. Mas o pior da visão não era isso. O pior era que aquele p0##@ estava com o cadeado na mão e já tinha começado a fechar o portão pra me trancar ali dentro! Nem me perguntem como ele conseguiu aquele cadeado!
Queria que algum treinador do atletismo tivesse visto a cena. Talvez eu tivesse corrido nas olimpíadas de Pequim e conseguido uma medalha a mais pro Brasil. Caramba... corri demais! Tanto, que cheguei antes que ele conseguisse fechar o cadeado. Saí correndo daquela droga de corredor e joguei o cadeado no meio do povo que estava no Mela-mela (tamanho era o medo de ser trancado ali).
Nada de Geraldo na igreja. Tudo bem, eu ainda não tinha certeza de que ele não estava lá, mas eu é que não ia voltar ali pra conferir!
- Diabo é isso, má?! - Disse eu abrindo os braços.
- Não, não... eu tava brincando, mas agora é sério! Vamo entrar por aquele portãozinho que tem de lado e ficar no corredor do lado de fora da igreja. Aí a gente olha pela janela e vê se o louco tá lá dentro. - Respondeu ele rindo.
É incrível, mas todas as igrejas evangélicas do interior têm do lado esse portãozinho com o corredor! Mas prosseguindo...
Fui até o portão, que estava aberto, entrei, fui passando e olhando pelas janelas. Nada do Geraldo. Quando estava mais ou menos no meio do caminho até o fim do corredor, senti falta de um barulho: o barulho de passos atrás de mim. Olhei pra trás e vi o Elézio no começo do corredor, ainda do lado de fora. Mas o pior da visão não era isso. O pior era que aquele p0##@ estava com o cadeado na mão e já tinha começado a fechar o portão pra me trancar ali dentro! Nem me perguntem como ele conseguiu aquele cadeado!
Queria que algum treinador do atletismo tivesse visto a cena. Talvez eu tivesse corrido nas olimpíadas de Pequim e conseguido uma medalha a mais pro Brasil. Caramba... corri demais! Tanto, que cheguei antes que ele conseguisse fechar o cadeado. Saí correndo daquela droga de corredor e joguei o cadeado no meio do povo que estava no Mela-mela (tamanho era o medo de ser trancado ali).
Nada de Geraldo na igreja. Tudo bem, eu ainda não tinha certeza de que ele não estava lá, mas eu é que não ia voltar ali pra conferir!
Descemos e subimos a rua principal da cidade mais umas quinze vezes (é, eu exagerei dessa vez) e mesmo assim não o encontramos. Mas em certa hora, quando já estávamos voltando pra onde estavam os outros e vendo como seria a conversa com ele depois de vir embora e deixá-lo ali solto naquela cidade (na qual ele nunca tinha pisado), o Elézio me cutuca:
- Olha ali a putaria, cara! - Diz ele apontando pra um bêbado sentado numa calçada na rua principal, entre dois carros (um deles era o nosso).
Eu paro, olho, vejo, penso, repenso e finalmente reconheço que o mulambo era o Geraldo dormindo sentado na calçada. O Elézio foi lá acordar ele e eu fui contar a boa (?) notícia pro Astolfo e pro Lindolfo. Acordou, mas só pra ver quem estava mexendo nele. Ali ainda ia demorar.
Ficamos eu e o Lindolfo vigiando o animal pra que ele não acordasse doido e saísse por aí aterrorizando a cidade. O Elézio e o Astolfo saíram pra farra. Enquanto eu e o Lindolfo conversávamos, percebi dois seres de espécies diferentes se aproximando da gente. Quando chegaram bem perto, pude definir quais eram: uma Pyriguetium marromenni (talvez fosse uma Pyriguetium horrorifillis, mas eu estava chumbado demais pra perceber a diferença) e um Homossexuos fullerius. A menina começou a me encarar e eu, como não tinha mais tanto juízo, fui nessa!
- Olha ali a putaria, cara! - Diz ele apontando pra um bêbado sentado numa calçada na rua principal, entre dois carros (um deles era o nosso).
Eu paro, olho, vejo, penso, repenso e finalmente reconheço que o mulambo era o Geraldo dormindo sentado na calçada. O Elézio foi lá acordar ele e eu fui contar a boa (?) notícia pro Astolfo e pro Lindolfo. Acordou, mas só pra ver quem estava mexendo nele. Ali ainda ia demorar.
Ficamos eu e o Lindolfo vigiando o animal pra que ele não acordasse doido e saísse por aí aterrorizando a cidade. O Elézio e o Astolfo saíram pra farra. Enquanto eu e o Lindolfo conversávamos, percebi dois seres de espécies diferentes se aproximando da gente. Quando chegaram bem perto, pude definir quais eram: uma Pyriguetium marromenni (talvez fosse uma Pyriguetium horrorifillis, mas eu estava chumbado demais pra perceber a diferença) e um Homossexuos fullerius. A menina começou a me encarar e eu, como não tinha mais tanto juízo, fui nessa!
A gente não foi muito longe, ficamos numa ruazinha estreita e escura que dava de frente pra onde o carro estava. Ela me disse que tinha namorado, então resolvi pedir ao coleguinha dela que ficasse vigiando na entrada da rua pra ver se o cara não aparecia pra me esfolar vivo. Fiquei com ela lá. A besteira que, depois, eu me arrependi de ter feito transcorreu bem. Voltei pro carro.
Ao chegar, o Geraldo estava acordado e já botando o maior boneco. Queria entrar em um lugar que eu nem sei o que era, mas estava aberto e era muito velho. O Lindolfo já tinha perdido a paciência e sugeriu que a gente jogasse a água do isopor (com gelo e tudo) em cima dele. Até tentamos, mas ele conseguiu se desviar de uma boa parte. Sorte dele! A água estava gelada demais e provavelmente ele teria um choque térmico (a noite estava quente demais), mas eu só pensei nisso depois.
Ele ficou bruto depois da manobra e quis brigar comigo. Começou a gritar me chamando "prasporrada". Eu só ria! Hehehe! Era muito engraçado! Ele se irritou mais ainda, foi pro meio da rua (onde estava passando um monte de gente) e começou a gritar mais alto: "Venha, má!!! Tá pensando que só por que é meu amigo vai ficar tirando onda com minha cara?! Venha prasporrada, má! Venha!"
Cansou de me esperar e voltou... voltou com um murro no meu peito. Uh! Doeu! Mas com bêbado e doido ninguém discute (e o Geraldo fazia parte de ambos os grupos), então deixei pra lá.
Poucos minutos mais tarde, a menina que tinha me trocado pelo Geraldo vinha passando. Ele agarrou o braço dela (não foi tão grosseiro, mas mesmo assim não foi educado) e pediu um beijo. Pela voz de cachorro com fome que ele fez, presumi que a "miss quero-erguer-meu-ego-a-alturas-inimagináveis-sem-ficar-com-nenhum-idiota-desses" também o tinha dispensado. Ela negou. Ele insistiu denovo, mas dessa vez com uma voz menos penosa. Com medo do que ele poderia fazer (confiem em mim, ele seria capaz), dei a dica:
- Beija logo que é melhor. Tá vendo o estado dele aí, né? -
Não lembro se ela confiou em mim, mas sei que ele soltou e ela não perdeu tempo, sumiu num segundo.
Depois de ver o perigo que ele estava representando a qualquer um que passasse, o Lindolfo mais uma vez teve uma idéia, mas essa foi mais amigável e funcionou numa boa.
- Geraldo, entra aí no carro e vai dirigir! -
De início não entendi o que ele queria com aquilo, mas logo vi o resultado. O Geraldo entrou no carro, sentou no banco do motorista e ficou feliz da vida brincando de dirigir. Parecia uma criança! HauHAuhaUHauaHA!
Ele ficou bruto depois da manobra e quis brigar comigo. Começou a gritar me chamando "prasporrada". Eu só ria! Hehehe! Era muito engraçado! Ele se irritou mais ainda, foi pro meio da rua (onde estava passando um monte de gente) e começou a gritar mais alto: "Venha, má!!! Tá pensando que só por que é meu amigo vai ficar tirando onda com minha cara?! Venha prasporrada, má! Venha!"
Cansou de me esperar e voltou... voltou com um murro no meu peito. Uh! Doeu! Mas com bêbado e doido ninguém discute (e o Geraldo fazia parte de ambos os grupos), então deixei pra lá.
Poucos minutos mais tarde, a menina que tinha me trocado pelo Geraldo vinha passando. Ele agarrou o braço dela (não foi tão grosseiro, mas mesmo assim não foi educado) e pediu um beijo. Pela voz de cachorro com fome que ele fez, presumi que a "miss quero-erguer-meu-ego-a-alturas-inimagináveis-sem-ficar-com-nenhum-idiota-desses" também o tinha dispensado. Ela negou. Ele insistiu denovo, mas dessa vez com uma voz menos penosa. Com medo do que ele poderia fazer (confiem em mim, ele seria capaz), dei a dica:
- Beija logo que é melhor. Tá vendo o estado dele aí, né? -
Não lembro se ela confiou em mim, mas sei que ele soltou e ela não perdeu tempo, sumiu num segundo.
Depois de ver o perigo que ele estava representando a qualquer um que passasse, o Lindolfo mais uma vez teve uma idéia, mas essa foi mais amigável e funcionou numa boa.
- Geraldo, entra aí no carro e vai dirigir! -
De início não entendi o que ele queria com aquilo, mas logo vi o resultado. O Geraldo entrou no carro, sentou no banco do motorista e ficou feliz da vida brincando de dirigir. Parecia uma criança! HauHAuhaUHauaHA!
Finalmente a besta apocalíptica relaxou e a gente pôde procurar a Lívia pra guardar nossas coisas na casa dela. Era quase em cima de onde a gente estava e encontramos ela na calçada. Chamamos pra ela ver o estado em que o Geraldo estava e dizer se daquele jeito dava ou não pra ficar lá. Ela disse que não tinha problema, daquele jeito dava.
Cada um pegou suas coisas e a acompanhou até a casa morrendo de vergonha. Pobre garotinha a Lívia. Ainda não conhecia bem o Geraldo e nem imaginava o que ainda estava por vir...
- To be continued -
Cada um pegou suas coisas e a acompanhou até a casa morrendo de vergonha. Pobre garotinha a Lívia. Ainda não conhecia bem o Geraldo e nem imaginava o que ainda estava por vir...
- To be continued -




8 comentários:
auhauhauhuaha
tah massa!
num me eskeço do "prasporrada", soh podia ser esse ser mermo!
"entra aí no carro e vai dirigir!" o q o alcool num faaaz?!?!?!
eh mah, na fotu de direção imaginária eh ele mesmo, neh?
ai meus deus, to curiosa pra saber o q mais houve . . . o que ele feez na casa da Lívia
XD
kkkkkkkkkkkkkkkk macho ta muito engraçado. esse doido "dirigindo" é muito cômico.
Pô, por que a – pegando carona na sua hilariante taxionomia – "Esnobis iracemensis" não quis o nosso amigo Geraldo? Ele foi até bastante contido nos seus modos, se levarmos em conta seus pregressos – e não raros – comportamentos um tanto quanto assombrosos (prefiro não entrar em detalhes). E olhe que ele, se não aparentava elegância, estava bem engomadinho.
Mais uma vez o Geraldo foi a estrela, o personagem mais reluzente. Naturalmente. Ele deve freqüentar esta toca – isto é, se aqui tiver área pra celular. Talvez ele (você, Geraldo) se irrite com minha referência à sua pouca melanina. Paciência: a toca é da marmota. Antes que você me chame "prasporrada" – e, caso isso ocorra, é provável que eu não tenha por perto um carro com uma direção pra lhe acalmar –, eu deixo logo bem claro (claríssimo) que você não mais será alvo (bem alvinho: um litro de água sanitária por banho; nove banhos por dia) de meus comentários. Bandeira branca.
Ei se a pirigueti do beco for da mesma qualidade das que você mostra nas fotos, é bom não deixar que se molhe e não alimentar depois da meia noite para evitar que se multiplique.(gremlins lembra...?)
Eii cara, apresse essa parte IV, tô louca pra ler o fim dessa presepada!
Comédia da porraaaaa!!! OIuhoIuhOiUH
Ainda acho que o banho bem gelado teria resolvido tudo...
bem eu tbm concordo com o banho gelado tinha dexado ele no minimo calmo, pois, num tem nada pior do que frio p um nordestino, então era rapidinho msmo, agora é o seguinte, ele indoidou msmo, pirou o cabeção, sem falar que a história não terminou, imagino que ai vem + coisas, hehehehehehehe, tamo aki!!!
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