Hey, little boys and little girls! Acaba de chegar aqui na Toca da marmota mais um capítulo da incrível saga carnavalesca! Hehehe! Pra não me estender muito, vou responder os queridos e bem-vindos comentários passados:
- Apolikartt: Cara, é como eu disse na sessão "Que porra é essa?!"... aqui não tem ficção, é tudo verídico! Pode acreditar, ele meteu mesmo o saco na cabeça dela! Quer dizer... meteu a cabeça dela no saco!
- Emeline: Não posso confirmar e nem desconfirmar. Sigilo. Ah, meu deus, que vergonha... na casa da Lívia foi demais.
- Natanael: Cômico?! Ele é perigoso, isso sim!
- Samuel: Cara... quase morro de rir lendo seu comentário! Como tu consegue fazer tantos trocadilhos com o mesmo fato num texto só?! A propósito... Já pensou em criar um blog só de trocadilhos? Hehehe! Bem... talvez a Esnobis iracemensis estivesse só tentando elevar seu ego mostrando que, se quisesse, poderia ter os forasteiros. É um comportamento bem comum de todas as espécies do gênero Esnobis (Limoeirensis, Iracemensis, Russaniata etc.).
- Williamylton: Eu me toquei logo do que se tratava!
- Adrianne: Vou apressar mesmo é a parte V. Não tem tantas coisas legais nela como nas outras.
- Emanuel Lucas e Apolikartt: É, teria resolvido... permanentemente, se é que vocês me entendem. HauhUAhaUHAuha!
O Geraldo entrou logo com o pé direito! Viu a Milena, irmã mais nova da Lívia, apontou e falou em alto e bom tom: "Eu quero aquela ali!". Bem... se analisarmos o fato levando em conta o humor, ele realmente entrou com o pé direito. Nem vou dizer onde eu acho que ele pensou que estava entrando, deixo a imaginação de vocês livre pra isso. Mas... se analisarmos o mesmo fato, dessa vez levando em conta outro fato simultâneo a esse, ele entrou com o pé esquerdo: o pai das meninas (que não tem cara de muitos amigos) estava sentado na sala, aparentemente muito stressado com um monte de contas espalhadas pela mesa, a uma distância suficientemente curta pra ouvir de maneira clara o que ele falou. Nem preciso falar que a gente "trancou" quando ouvimos os dizeres, não é?
Respondam rápido: se você fosse o pai de uma família composta apenas por você, sua esposa e mais três filhas (isso mesmo, só você de homem em casa), com idades variando entre 15 e 21 anos (não tenho certeza, mas acho que é por aí), estivesse resolvendo como ia pagar as contas do mês e logo nesse belo momento de lazer, durante o primeiro dia de carnaval a sua filha do meio aparecesse em casa com 5 machos horrorosos, imundos, dizendo que eles vão dormir lá, um deles mais melado que cueca de piiiiii-nheteiro, dizendo bem na sua frente que simplesmente quer sua filha mais nova, o que você faria?
É... ele não fez nada disso que vocês pensaram. Graças, mas garanto que não foi por falta de vontade!
Respondam rápido: se você fosse o pai de uma família composta apenas por você, sua esposa e mais três filhas (isso mesmo, só você de homem em casa), com idades variando entre 15 e 21 anos (não tenho certeza, mas acho que é por aí), estivesse resolvendo como ia pagar as contas do mês e logo nesse belo momento de lazer, durante o primeiro dia de carnaval a sua filha do meio aparecesse em casa com 5 machos horrorosos, imundos, dizendo que eles vão dormir lá, um deles mais melado que cueca de piiiiii-nheteiro, dizendo bem na sua frente que simplesmente quer sua filha mais nova, o que você faria?
É... ele não fez nada disso que vocês pensaram. Graças, mas garanto que não foi por falta de vontade!

REVÓLVER TAURUS MAGNUM 44CP
Calibre: 44 magnum; Cano: 101, 165 ou 212mm; Acabamento: oxidado ou aço inox;
Cano em aço; Compensador de recuo integrado ao cano; Alça de mira regulável;
Trava de segurança (inútil nesse caso); Nº de tiros: 6 (um pra mim, um pro Élézio,
um pro Astolfo, um pro Lindolfo, um pro Geraldo e sobra um. Aliás... dá esse que sobra
na cabeça do Geraldo denovo, depois de caído, pra garantir que ele vai morrer).
Essa seria uma boa pedida pra ele, não acham?
Trava de segurança (inútil nesse caso); Nº de tiros: 6 (um pra mim, um pro Élézio,
um pro Astolfo, um pro Lindolfo, um pro Geraldo e sobra um. Aliás... dá esse que sobra
na cabeça do Geraldo denovo, depois de caído, pra garantir que ele vai morrer).
Essa seria uma boa pedida pra ele, não acham?
As meninas prepararam previamente o andar de cima da casa pra nos acolher. Dois quartos, uma varanda fechada enorme, um banheiro e várias camas. Tudo limpinho, coisa de luxo! Antes de subir, a Dona Edith, mãe mas meninas e pessoa digna canonização (como já deu pra notar), nos ofereceu um rolo de papel higiênico, pois havia esquecido de por no banheiro lá de cima. Não esqueço mais a cena: Dona Edith com o braço estendido, segurando aquele rolo, eu sentado com o Geraldo no sofá e o resto da galera em pé. Todo mundo se olhando, esperando pra ver quem ia receber o presente. Até que o Elézio (bicho "pra frente" da porra!) resolveu nos poupar pelo menos dessa. Aceitamos a oferenda e seguimos escada acima pra tomar banho e sair pra festa que começaria logo, logo, na praça principal (que ficava na mesma rua também).
Decidimos onde cada um ia dormir e eu acabei ficando com um quarto só pra mim. Perfeito! O Geraldo quis fazer confusão pra tomar banho primeiro, mas o Elézio, muito gaiato e sedento pra fazer raiva a ele, tomou a frente. O bicho é tão safado, que depois que saiu do banho, o Geraldo ameaçou dar umas porradas nele e ele respondeu:
- Geraldo, eu só não te dou um murro agora, por que tô bem limpinho e você tá todo sujo. Se eu fizer isso vou me sujar também. -
Depois dessa ele ficou mais doido ainda. Deu uma de sensível, foi sozinho pra varanda e ficou por lá. Como ele não parecia mais tão interessado em voltar logo, tomei meu banho tranquilamente, saí do banheiro de cabeça baixa, de toalha e fui me trocar no "meu" quarto. Exatamente na porta do quarto eu esbarro em alguma coisa e quando olho pra frente pra ver o que é, levo mais um socão do Geraldo no peito.
- Porra, cara!!! Sou eu!!! Quem tá te fazendo raiva é o Elézio! O que é que você tem contra mim?! - Disse eu em tom de revolta.
O animal apenas saiu sem dizer nada. Não mudou nem a expressão de peixe morto que tinha na cara pra me responder!
Decidimos onde cada um ia dormir e eu acabei ficando com um quarto só pra mim. Perfeito! O Geraldo quis fazer confusão pra tomar banho primeiro, mas o Elézio, muito gaiato e sedento pra fazer raiva a ele, tomou a frente. O bicho é tão safado, que depois que saiu do banho, o Geraldo ameaçou dar umas porradas nele e ele respondeu:
- Geraldo, eu só não te dou um murro agora, por que tô bem limpinho e você tá todo sujo. Se eu fizer isso vou me sujar também. -
Depois dessa ele ficou mais doido ainda. Deu uma de sensível, foi sozinho pra varanda e ficou por lá. Como ele não parecia mais tão interessado em voltar logo, tomei meu banho tranquilamente, saí do banheiro de cabeça baixa, de toalha e fui me trocar no "meu" quarto. Exatamente na porta do quarto eu esbarro em alguma coisa e quando olho pra frente pra ver o que é, levo mais um socão do Geraldo no peito.
- Porra, cara!!! Sou eu!!! Quem tá te fazendo raiva é o Elézio! O que é que você tem contra mim?! - Disse eu em tom de revolta.
O animal apenas saiu sem dizer nada. Não mudou nem a expressão de peixe morto que tinha na cara pra me responder!
Às 10:00 todos já estavam prontos pra ir à festa, esperando o Geraldo na sala. Quando estava descendo pra lá, reparei que havia um portão pra fechar a escada. Uma coisa bem esquisita, já que a escada ficava totalmente dentro de casa. Esperamos o Geraldo por um tempão... e nada... mais tempo... e nada... depois de quase uma hora, todo mundo já estava preocupado. A Dona Edith, com uma expressão de medo, chegou pra mim com um cadeado na mão e disse:
- Meu filho... eu vou trancar ele aí em cima. -
Eu, como bom amigo que sou, respondi - Tranque, minha senhora, pode trancar. Faz bem! -
Ela pensou um pouco antes de trancar e retrucou arregalando os olhos ( Ó.Ò ) - Mas e se de madrugada ele acordar e ficar feito doido aí em cima? Eu vou chamar a polícia! -
Racionalmente concordei - Chame, Dona Edith, pode chamar. É o melhor que a senhora faz! Mas antes, deixa só eu dar uma olhada lá pra ver se ele tá bem, se vai ficar lá mesmo, se tá dormindo e tal... -
Ela concordou.
Subi a escada e quando cheguei lá em cima, ele tinha apagado a luz. Ótimo, assim eu já sabia que ele não tinha desmaiado no banheiro. Olhei pro lado e vi ele deitado numa das camas. Fui lá e cutuquei ele. Levei outro soco no peito! ¬¬
- Ei, cara! Fica calmo! Só vim perguntar se você vai sair pra festa com a gente! - Disse eu quase sem ar.
- Não, vou ficar aqui! - Ele resmungou.
Quando desci, trouxe a "boa nova" pra Dona Edith: - Pode trancar, Dona Edith! Vai ficar aí dormindo. -
E assim ficou ele o resto da noite, enquanto nós fomos à praça.
- Meu filho... eu vou trancar ele aí em cima. -
Eu, como bom amigo que sou, respondi - Tranque, minha senhora, pode trancar. Faz bem! -
Ela pensou um pouco antes de trancar e retrucou arregalando os olhos ( Ó.Ò ) - Mas e se de madrugada ele acordar e ficar feito doido aí em cima? Eu vou chamar a polícia! -
Racionalmente concordei - Chame, Dona Edith, pode chamar. É o melhor que a senhora faz! Mas antes, deixa só eu dar uma olhada lá pra ver se ele tá bem, se vai ficar lá mesmo, se tá dormindo e tal... -
Ela concordou.
Subi a escada e quando cheguei lá em cima, ele tinha apagado a luz. Ótimo, assim eu já sabia que ele não tinha desmaiado no banheiro. Olhei pro lado e vi ele deitado numa das camas. Fui lá e cutuquei ele. Levei outro soco no peito! ¬¬
- Ei, cara! Fica calmo! Só vim perguntar se você vai sair pra festa com a gente! - Disse eu quase sem ar.
- Não, vou ficar aqui! - Ele resmungou.
Quando desci, trouxe a "boa nova" pra Dona Edith: - Pode trancar, Dona Edith! Vai ficar aí dormindo. -
E assim ficou ele o resto da noite, enquanto nós fomos à praça.
- To be continued -
P.S.: Juro que tentei, mas não deu mesmo pra terminar! Prometo que a próxima é a última parte!
P.S.: Juro que tentei, mas não deu mesmo pra terminar! Prometo que a próxima é a última parte!



4 comentários:
"Ele merecia. O macaco não."
rsrsrsrs
"Eu quero aquela ali!"
O Geraldo é mesmo insuperável.
Outro trecho engraçado, embora talvez a piada tenha sido involuntária, é o seguinte:
"(...) seguimos escada acima pra tomar banho e sair pra festa que começaria logo, logo, na praça principal (que ficava na mesma rua também)."
Iracema é uma cidade relativamente jovem. Com sua valentia ela ainda chega lá: ela consegue sua segunda rua, depois a terceira...
Mah, qdo vc vai retribuir esse murros???
uahuahuahuahuaha
Hôm...Salomão você é um poço (cheio) de paciência, ja contei bem uns três "bufete nos peito" durante esse carnaval de um dia só. Se eu fosse você daria um murro grande nesse cara. E se fossem brincar o carnaval todo? Tu ia se torar. Aproveitava que ele tava bêbado. No fim ele nem ia sentir.
Postar um comentário